29 maio 2012
27 maio 2012
24 maio 2012
Pannjo, the Bartender - #13
Uma frase estúpida, numa porta fechada a cadeado, nas profundezas do metro. "Se és quem eu penso que sejas, vais abrir a porta". Quem pensa, pensei eu. O que estará para lá daquela porta? Talvez nada, somente uma partida que alguém quis fazer. E com um cadeado como se conseguirá abrir sem chave? Inultrapassável.
- Senhor, isto é para si. Uma miúda, com sardas, cabelo preto longo, sapatinhos pretos de verniz e um vestidinho côr de rosa, falava comigo. Com o braço esticado e com a palma da mão virada para cima, dava-me uma chave. "Disseram que é para o senhor."
Peguei na chave, a menina disse-me adeus, e foi-se embora.
Abri o cadeado, e empurrei a porta. Uma escada íngreme, subi a custo com as mãos nas paredes. Uma porta aberta no cimo. Entrei. Uma sala decorada com candelabros nas paredes brancas. Duas cadeiras. E o "Bolero" de Ravel, como pano de fundo. Uma senhora está de costas junto a um quadro. - Gosta do quadro? Dois homens a jogar as cartas, fumando e bebendo vinho. Sim é realista, respondi. - Real? O que é real? São cores misturadas, sobre uma tela, meu bom homem. Um quadro é um objecto inanimado. É real? Ou será só real porque você existe? Virou-se. Um vestido branco com um decote até ao umbigo, em seda, acompanhado por stilettos pretos, abertos á frente.
- Ainda bem que apareceu. Não me deve conhecer. Mas conhece alguém que eu também conheço. Alex, sim?
- Mas como conhece essa criança? - Meu bom homem, o Alex é... digamos que meu protegido. Agora... sei quem você é. Um assassino, meu bom homem. Não fique chocado. Não o vou denunciar. Quero que me ajude a procurar o Alex. Não está no sitio onde o encontrou. Preciso da sua ajuda, meu bom homem.
A minha cabeça anestesiava os pensamentos. Não podia pensar logicamente. Conjugar a minha realidade com esta nova. Tinha que encaixar as peças e ver se alguma coisa fazia sentido.
- Vá, meu bom homem. Depois, talvez tenha algo para lhe contar. Mas diga-me onde ele está, primeiro. Nada mais tenho para lhe dizer...
23 maio 2012
22 maio 2012
Sob Suspeita - Tv Série
Lembram-se do homenzinho pequenino, da série Lost, Ben? Lembram-se do bombista em Dejá Vu? São os dois protagonistas da serie "Sob Suspeita".
Uma máquina vigia todas as pessoas, através de todas as câmaras que existem. Através disso a máquina, apresenta antes dos crimes acontecerem, pessoas que estão de alguma maneira ligadas ao crime que vai ser cometido. Vitima ou assassino.
Um Bilionário, génio da informática, encontra num ex-militar o seu braço direito para parar os crimes que ainda não foram cometidos, antecipados pela máquina. Mas a policia, a CIA, e outros protagonistas, começam a dificultar-lhes a vida.
Um Bilionário, génio da informática, encontra num ex-militar o seu braço direito para parar os crimes que ainda não foram cometidos, antecipados pela máquina. Mas a policia, a CIA, e outros protagonistas, começam a dificultar-lhes a vida.
Esta é uma série que começou em 2011 nos E.U.A., mas está agora a chegar até nós pela mão da RTP1. Exelentes interpretações, uma côr e fotografia espectaculares, e um enredo enigmático...
É co-produzido por J.J Abrams, que também produziu Lost, Fringe ou The Office. Estou a começar a ficar viciado...
21 maio 2012
Eclipse Solar - Série Saros 133
O eclipse solar de 13 de Novembro de 2012 foi um eclipse total e foi visto na Austrália e no sul do Oceano Pacífico, apresentando magnitude 1.05. É o quadragésimo quinto eclipse solar da série Saros 133.
As séries Saros,
surgiram na Babilônia e possuem 70 eclipses cada. Começando num dos
pólos da Terra, seguindo até o outro. Os eclipses começam parciais e a
medida que se aproximam da linha do Equador
tornam-se totais. Quando se aproximam do Pólo oposto, voltam a
tornar-se parciais. No caso dos eclipses solares ainda existem os do
tipo anulares. Eclipses da mesma série Saros ocorrem em média a cada 18
anos. Quando um eclipse da série Saros é demasiadamente longo, tem-se a
impressão de que a série Inex será desfeita.
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