14 novembro 2011
Viva ou morta?
17 janeiro 2011
Carta de um condenado a morte
O meu dia está marcado, só que ainda não sei quando vou morrer. Alguém já o escreveu numa folha de papel ou num programa informático de download gratuito chamado Destino.
Escrevo esta carta no chão da minha cela, com um dos dentes que me caiu enquanto aqui estou. Já está gasto de ser velho e das cartas que escrevo. Esta é a minha última carta. Todas as outras já se apagaram. Duram dois dias, três no máximo se tiver cuidado e saltar por cima delas. Mas esta é a última. O dente está gasto, e já não tenho mais. Todos os outros estão usados e partidos, espalhados pela minha cela. Eles foram as minhas penas com que escrevi as minhas cartas. Tanto para escrever. Amor. Ódio. Vida. Morte. O dente __ _ "
31 outubro 2010
Mais um dia...
Ilusão. Indecisão. Desejo.
A realidade de mim. A tua realidade. Hoje deste-me um beijo. Inesperado. Quero mais. Inclinei-me na mesa e roubei-lhe outro. Quero mais...
Dá-me assim. Desprendido.
Desamarra-me. Desamarraste-me
O nó. Um deles. De marinheiro.
Pelas tuas ondas de mulher.
A minha pele segura a tua.
Prendido entre a tua boca
E a minha mente.
A tua mente onde está?
Sou um ladrão que tem
Perdão. Que agarra o
Teu ser com o ar, o vento.
E sou. Como tu és.
Suave como nada.
Terna como água.
Tu como sabes. Sei.
Tudo como sabemos.
Resposta em tempo útil:
"Ali estava eu sentada na mesa
Tu a minha frente
Com tudo para dizermos
Com tudo para sentirmos
Mas não passavam de lamentos das nossas
Vidas
Isso.... lamentos
Nada mais que isso
Sabemos. A procura de tudo e nada
Mas a vida é isso mesmo, um mundo
Cheio de tudo e nada.
No meio da conversa um beijo....
Algo que não estavamos a espera
Nada suave.... um beijo apenas cheio
De urgência
Urgência de encontrar o nosso outro eu.
Da noite ficou....
Bem da noite ficou o beijo e conversas
de sexo."
19 julho 2010
Minimalismo
Uma das principais influências desta corrente foi o pintor suprematista Kasimir Malevitch e as suas criações artísticas abstractas que levavam ao limite a simplificação geométrica.
O artista minimalista mais representativo foi o pintor Frank Stella, conhecido pelas suas pinturas austeras, constituídas por linhas e riscas de cor, paralelas, e pelas formas variadas e irregulares, embora geralmente simétricas, dos quadros.
Embora tenha começado na pintura, a Arte Minimalista conheceu o seu maior desenvolvimento na escultura. Os escultores usam normalmente processos e materiais industriais, como aço, plástico ou lâmpadas fluorescentes, na produção de formas geométricas, explorando as relações espaciais e a capacidade de a escultura interagir com o espaço envolvente, apostando na experiência corporal do próprio espectador.
Destacam-se as obras de Donald Judd, com as suas caixas uniformes em madeira, metal ou acrílico, pintadas com cores fortes, de Dan Flavin, com esculturas produzidas com tubos de luz fluorescente, de Sol LeWitt, com as construções em cubos e pinturas geométricas e de outros artistas como Robert Morris, Carl André, Richard Serra e Yves Klein.
24 junho 2010
30 maio 2010
26 fevereiro 2009
Beside the point
"Possibly the best thing i ever had was an orgasm. Not even toys or money. A simple and natural expulsion of my body. And without the perfect girl it would be rather impossible. So girl, if u are out there... Thank's!"16 junho 2008
Foi...
24 dezembro 2007
Pedrinha no sapato
Num banco do jardim, perto da estátua de Cronos, estava deitado um homem. Vestia fato completo, sapatos pretos e camisa preta com gravata preta. Por cim ado seu corpo, que o cobria, uma gabardina cinzenta. No chão o chapéu que caira durante o príncipio do sono. Os raios de sol lentamente aproximam-se da sua cara. Com o corpo em metade coberto pela luz solar, o homem sem abrir os olhos sente que já é dia e começa a sentir o seu corpo imóvel e gelado. Do acto de pensar levantar-se e da passagem ao mesmo não levou mais do que menos de trinta segundos. Sentou-se. Colocou os óculos e viu onde tinha pasado a noite. O jardim era o mesmo mas com sol. Levanta-se e veste a gabardina. Sente os pés frios colados aos sapatos italianos que lhe estavam apertados.
Sede. Procurava com os olhos, sondava o jardim na esperança de encontrar um bebedouro para se saciar. Boca seca, andar languido e com os olhos semi abertos, vai tentar descobrir o caminho para sair do jardim. Dinheiro não era problema, a carteira tinha duas notas de vinte. E lá vai ele, mãos nos bolsos da gabardine para escapar ao frio que o apanhava.
Até agora não encontrara ninguém na sua caminhada. Sozinho demanda o caminho para sair de onde está e chegar ao destino, a saída. Após longo tempo passado, dá de caras com um portão portentoso. Aberto. A saída.
Resolve então ir ao café mais próximo para tomar o pequeno almoço e ler o jornal do dia. Um galão com dois pacotes de açucar e uma torrada mista acompanhadas pelas notícias matutinas, fazem-lhe companhia durante meia hora. Ainda sentado no café sente que têm uma pedra no sapato, uma pedrinha do jardim. Vai à casa de banho resolver o problema.
Passando diante do portão do jardim repara que no alto do mesmo se encontra a frase: "E, Por Aqui Passas". Realmente a frase fazia todo o sentindo, embora um tanto ou quanto básica na sua percepção. Claro se é um portão as pessoas tem que passar por ali... pensou o homem. Mas ele não tinha entrado no jardim por aquele portão, na noite anterior entrara por um outro portão. E sendo curioso por natureza resolve indagar a questão.
25 fevereiro 2007
Sem título, um rascunho
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Touro Sentado, (em dacota: Tatanka Iyotake ; na ortografia padrão do dacota: Tȟatȟáŋka Íyotake ; em inglês: Sitting Bull ; também conhecido...
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Nas minhas férias, deambulando pela nossa Lisboa, passei pelo C.C.B. antes de passar nos pasteis de Belém. Por entre uma exposição de Joana ...



