24 abril 2009
Paulo de Carvalho - E Depois do Adeus
Esta música foi a primeira senha para que se iniciasse o movimento que no dia 25 de Abril aconteceu... Gosto muito desta música.
25 de Abril de 1974- Foto Album
P.S.: A segunda canção depois de "Grandola, Vila Morena", tem o nome de: "Life on the Ocean Wave". É uma marcha da Marinha Real Inglesa.
17 abril 2009
Por sobre a mesa
Olhos verdes. Imagens, várias. Palavras. E não sei se me apetece escrever o que tenho para dizer. Não sei se tenho a coragem de ir para além do sono. Passar o limite do medo, como quando dormito e não quebro a linha ténue da outra margem. Não sei tanta coisa. Agora.
E penso que não é nada de especial, que o teste é, foi ou continuará a ser. Ou não foi, nunca foi ou será. E o aborrecimento é uma coisa normal. E o sentimento que não sinto também. Deve ter a ver com a idade. E toda esta porcaria que escrevo, estas palavras sem sentido, toda esta prosápia de indulgência auto infligida, carece de comprovação. Carece de uma análise.
Como o comprovo? Não vou escrever interjeições por mais que queira, goste ou só porque sim. Recuso-me, a escrever interjeições. Devia saber que não o devo, devia ou deverei fazer. A minha vida está cheia de novas e velhas e futuras interjeições. E quando uma acaba, outra se lhe segue. Não é por querer. Acontece porque sim. E as considerações que faço são tão rasas que não chega para se considerar que choveu. Somente uns pingos se veem. Só ai se nota a chuva das palavras que foram ditas. Estas eu digo. Tenho que ter coragem de as dizer. Tenho que aceitar o presente, como tu o aceitas. E não somos menos nem mais por isso. Somos só nós. E se pudermos retirar alguma coisa da chuva que caiu, que seja tudo menos uma constipação.
13 abril 2009
12 abril 2009
Um outro eu
Todos representamos um papel. E não é fácil representar o papel de um outro que não nós mesmos. Para mim não é nada fácil. Percebo agora o quão difícil é. Bom este pequeno post é insignificante na eloquência, no tamanho e no peso. Talvez seja bom sinal. Um sinal de mudança. Uma alteração inconsciente, não racional.
Lembro-me de estar deitado nas tábuas e depois em pé e de tudo ser novo. Mas ao mesmo tempo era eu que ali estava.
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