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08 novembro 2017

Do Inferno

  Era uma vez uma linha. Uma linha sem ser de cozer. Poderia vir a ser, devido ao facto de ser uma linha preta sobre um papel branco.
  Qualquer linha sobre um papel branco pode vir a ser qualquer coisa, como uma linha de coser.


27 outubro 2017

Assim

A primeira coisa que reparei é que a palavra assim, escrita ao contrário é missa.
Vou dizer porque escolhi este titulo, porque é assim. All said.
Novidades? Acho que estou com vontade de voltar a escrever. Foi sem forçar que a vontade apareceu.
Aprendi a não forçar. Pelo menos demasiado.... :)


23 outubro 2014

Antes do meio dia

antes do meio dia.
bom dia disse ele com a convicção de que o tempo não tinha passado. ela respondeu com o tom de voz que ela tinha pensado.
(...)
no miradouro.
o reencontro, ansiado por ambos. a pé a conversa corria, por entre passos lentos e um tempo fresco. com a chuva a parecer névoa. ele dava todo o espaço e tempo, que lhe tinha prometido. ele não tinha nada a perder, mas tinha tudo a perder. ser ele mesmo, e esperar pelo click.
(...)
no monte olimpo.
alguma coisa mudou. ela estava mais faladora. desinibida.
o click, aconteceu no seu interior. ele apercebeu-se disso, mas continuou sem forçar. ela tinha que ter a certeza. teve-a.

15 novembro 2013

O infinito

E com a urgência de escrever, começo por onde fiquei. Um traço, um terço que não sei rezar. E como chamar? Nem eu sei, dissecar e explicar, e fantasiar. E mensurar a ideia do que penso. A ideia do que penso é um infinito de coisas ocas, maiores que tudo. Só o ar, possivelmente, se compara. O vazio do ar. A grandiosidade desse espaço que não se pode tocar. Só sentir, que existe quando há vento.
Uma volta, duas voltas, até ser impossível de as contar. Infinitas voltas, de pensares ocos. Tudo infinitamente louco. 
As coisas estão todas nos seus sítios. Porque se não estivessem, nos seus sítios, estavam nos seus sítios. O sitio de todas as coisas, é em todo lado. É ai que estão e ficam as coisas. É no espaço infinito e imaterial, que me sinto bem. Á deriva por entre as incertezas, pelo desconhecido. Tudo, não tem que ser certo e realisticamente, ordeiro. Se o amor é incerto e incompreensível, nada pode ser claro. A racionalidade não a quero para nada. A racionalidade, é uma religião como outra qualquer. O vazio, o ser oco, o ar, a imaterialidade de tudo, a incerteza, são o que existe.
Tudo o mais é um caminho de defesa. Tudo organizado, bem fundamentado, racionalizado. Fico com a parte oca. A parte obscura, que não se vê. O que não se pode com as mãos apanhar, e guardar. 

11 novembro 2012

O respirar, de novo

Uma ode a estar vivo. Um bom tema para escrever, depois da crise que assola este país. E vai continuar. Ponho de lado as coisas mesquinhas, que me incomodam. Pensar mais além. É isso que faço. Num momento em que se fala da Grécia, da Chanceler Merkel, e dos nosso desgoverno.

Relembro um passado não muito distante. Onde tudo fazia sentido, mas nada tinha sentido. E entendo as pessoas que me percebem. Tudo se resume a uma só coisa. O querer. Sim, o querer. Porque o querer, é o oposto de, não querer. E esta indisfarçável rota, é para mim o principal. Sou transparente. Sou emotivo, demais para o meu gosto. Incapaz de lidar com os fracassos. Embora lidando bem com os erros. Extremamente orgulhoso. E quando nada está perdido, tudo está perdido.

Lembro-me de um olhar. Um olhar indecifrável. Como tantos. Como diz a canção, pudera eu perder de outra forma.

Todas as coisas más e as boas, fazem parte do passado. Estou sozinho no universo. Nada mais verdadeiro, que esta metáfora. Todos fazemos parte dele. Eu estou fora dele. Agora percebo, o olhar. A única coisa, que podias fazer.

25 julho 2012

Vidas Passadas

Ora aqui está um tema, esotérico e hermético. E como eu não gosto nada destas coisas, vou escrever sobre o assunto. Quem me lê, sabe, do que falo.
Se eu acredito na reencarnação da alma? Sim. A alma reencarna várias vezes, até chegar ao estado puro. até cumprir o seu objectivo. Existem várias dimensões, uns dizem 26, outros 11. 
Em vidas passadas a minha alma, não sei em quem encarnou. Mas tenho essa curiosidade, desde muito novo. Comecei a ser atraído pelo lado "obscuro", desde infante. Não vou relatar, sonhos e sensações agora. 
Quando comecei a ler Fernando Pessoa, a minha mente parecia uma esponja, ávida de todas as palavras, estilos, e geometrias. Daí para a frente, comecei a pesquisar. Numerologia, tarot,  leitura da mão, esóterismo, arquitectura, anjos, aparições, o(s) universo(s), triângulos,quadrados e círculos, entre outros, bastantes.
Se fui homem ou mulher? Uma dúvida. Que só poderá ser retirada com várias sessões de regressão, a vidas passadas. Mas tem que se saber onde e com quem se faz as sessões. Há em Portugal, associações que podem ajudaar a encontrar o "caminho", neste campo.
Quem me lê, e sabe ou sente o que digo, sabe que é difícil, escrever sobre o assunto. E falar, exteriorizar, as experiências, que vivemos, mais difícil é.
O caminho somos nós que o fazemos. A luz, aparece quando menos se espera. O nosso anjo da guarda, está sempre connosco. Tantas vezes o evocamos, sem saber quem é. O meu é uma senhora. Nunca o tinha dito assim. Sente-se. E fico por aqui. Com vontade de pegar no meu, tarot.
Neste momento da minha vida, este post é muito estranho. Nunca pensaria escrever sobre este tema.

p.s.: um agradecimento, à DBN, por teres aparecido. obrigado*

15 julho 2012

Guimarães, Capital Europeia da Cultura

Para quem não sabe, estive em Guimarães, por três dias. É uma cidade fantástica. Bem ao estilo português, para quem não conhece, tem que marcar já a ida.
O que saber quando se vai a Guimarães. Tem um custo de vida bem melhor do que em Lisboa. Come-se muito bem e por bem menos. Andar a pé, é uma opção viável. Se tem varizes, calos, ou gostam de andar ao pé coxinho, podem andar nos TUG (transportes urbanos de guimarães).
A primeira coisa a fazer é passar no posto de turismo. A partir daí só tem que escolher o que fazer, tanto de dia como de noite. A moeda é o euro. A língua é o português, embora com uma pronúncia coisa. O tempo é o mesmo, a hora também. Não precisam de levar injecções, nem passaporte. Os condutores param nas passadeiras, não estranhem.
Para quem quiser, aqui ficam 3 links:

05 julho 2012

O amor, agora, como eu o vejo

Hoje, agora, como é que eu "vejo" o amor? Bom eu devia ter uns óculos , que me permitissem, ver o amor. O amor que eu concebo, agora, não se vê. Sente-se. E eu sinto, e os outros sentem. 
Escalpelizando, o sentimento. Posso amar, os meus pais, a minha gata, e até o meu querido chocolate Milka. É sempre amor, mas com graus diferentes. É como os vinhos. É sempre vinho, mas com gosto, cor e cheiro diferente. O amor, quando escrevo sobre ele, é o meu amor por uma mulher. É aqui que a palavra amor, se revela. Mas a mente, a minha mente, racional como é, pondera, se não será só paixão. Desejo. Luxúria. Qualquer coisa, menos amor. Nunca fui capaz de catalogar o que sentia por alguém. Que tipo de amor, tive por aquela menina, ou senhora. 
Hoje, agora, não uso a palavra, amor. E quando a usava, sentia que estava a dizer uma coisa, que por ser tão pequena, era pouco para o que sentia. Soava a pouco esse amor, que dizia. Melhor me sentia quando, dizia, adoro a tua cona, bébé. Era mais real. É mais real. E o sentimento, fica pelo olhar e pela pele. Por tudo que os sentidos trazem para dentro da minha cabeça. E fica pelo querer estimar e acreditar em alguém, que está e estará, ali. Sem pedir. Sem atilhos. Sem falsidade. Sem pedir nada em troca, e receber o que se dá. 
Tudo é pouco, quando a vida é pouca, reflectida nos olhos, de quem queremos, mais do que á vida.

P.S.: há mais posts parecidos com este, pra quem não tiver nada pra fazer. a tag é a mesma, reflexo.

01 junho 2012

Tirei a barba

Já com o cabelo cortado, tirei a barba ontem. De manhã sentia-me um puto. Até a minha gata, ontem a noite depois de tirar a barba, olhou para mim com aquele ar... WTF! Quem és tu? 
Hoje vinha para casa e enquanto fazia tempo, entre um twit e um cigarro, uma voz perguntou: Olá, sabe o que é aquilo? Aquilo eram as barraquinhas do Stº António. Não sou crente, mas este santo sempre chamou a atenção. Talvez por ser o padrinho de baptismo do meu pai. Pensei que a menina, devia ter uns 22/23 anos, seria dinamarquesa ou sueca. Loira, muito simpática, e extrovertida, para quem me conheceu ali naquele momento. Disse-me que era de Lisboa e que era uma vergonha não saber o que seriam as barraquinhas. Perguntas e mais perguntas, sempre por iniciativa dela. Olhava para o telemóvel, como se esperasse alguém. E eu tinha que ir. Fui. Mas não me sai da cabeça esta princesa do frio. Independentemente das razões, pelas que meteu conversa, fiquei com aquele sentimento. Foda-se devia-lhe ter dado o número de telefone, o mail ou a novíssima conta do twiter. Ou talvez não.
Só mesmo para acabar. A meio da conversa, a princesa do gelo lançou-e um daqueles olhares... ui... nah. Devia ser só um tique nervoso... ya, ya.. foi isso.

22 maio 2012

Sob Suspeita - Tv Série

Lembram-se do homenzinho pequenino, da série Lost, Ben? Lembram-se do bombista em Dejá Vu? São os dois protagonistas da serie "Sob Suspeita".
Uma máquina vigia todas as pessoas, através de todas as câmaras que existem. Através disso a máquina, apresenta antes dos crimes acontecerem, pessoas que estão de alguma maneira ligadas ao crime que vai ser cometido. Vitima ou assassino.
Um Bilionário, génio da informática, encontra num ex-militar o seu braço direito para parar os crimes que ainda não foram cometidos, antecipados pela máquina. Mas a policia, a CIA, e outros protagonistas, começam a dificultar-lhes a vida.
Esta é uma série que começou em 2011 nos E.U.A., mas está agora a chegar até nós pela mão da RTP1. Exelentes interpretações, uma côr e fotografia espectaculares, e um enredo enigmático...
É co-produzido por J.J Abrams, que também produziu Lost, Fringe ou The Office. Estou a começar a ficar viciado...

17 maio 2012

Ás três tabelas...

Este post podia-se chamar na idade da pedra lascada, o meu berçário é maior do que o teu, qualquer coisa que tenha a ver com bebés e com a comparação, maior do que...
Ás vezes a realidade que pensamos poder existir, não é que se apresenta a nossa frente e diz: Charam! Olá cá estou eu o brise continuo... E eu fico tipo, mas será que as surpresas nunca mais acabam? Sim, só fico surpreendido, pelo menos ultimamente, com cenas que parecem sair de um filme do Felinni. As boas surpresas há muito que já não são habituais. (excluo aqui, as valentes fodas que dou em "very daily basis") 
Digam-me uma coisa, acham que eu tenho ar de ser vosso pai? Mãe???? Hum...? Ok, devem pensar que eu sou um gajo muito porreiro, um pouco aéreo, e que por ser assim é estúpido que nem uma porta, sem dois dedos de testa. Pois essa imagem até pode, passar para quem não me conhece (onde é que eu já escrevi isto...), mas quem me conhece sabe que certas merdas são infrutíferas. Trocando por miúdos, não dão fruto. E o mais engraçado é que parece ser divertido para quem as pratica. Essa merda deve fazer saltar a adrenalina, a saratonina e a hemoglobina, ao mesmo tempo. Deve ser uma festança nessas cabecinhas. Adoram jogar bilhar ás três tabelas. Não é o meu tipo de jogo. Gosto mais de roleta russa. 
Acho que existe um prazer enorme, e quando digo enorme, é mesmo enorme, em passar a perna, fazer isto a ver se cola, fazer aquilo a ver se pega. Eu fico espantado, com a simplicidade destas acções, e a lata com que são realizadas. Uma valente lata e falta de consideração. Eu tenho ar de ser a origem dos vossos problemas? Eu tenho os meus próprios e não me queixo. Fodasse devo ser mutante! Como aqueles gajos dos filmes que tomam a forma de outras pessoas. Os shapeshifters. E vai dai marram comigo. E outra coisa engraçada, marram comigo e esperam que a marrada seja forte o suficiente, para fazer estragos ao largo. Para além de me divertir, fico um bocadinho desapontado com as atitudes. Ás vezes, zás! Lá se foi...era uma vez... e para quem não sabe, isto acontece espontaneamente... depois de muita merda no ventilador...(fodasse lembrei-me das conversas interessantíssimas que se ouvem sobre a vida alheia - outra coisa que me faz ter vontade de ficar sozinho no meu canto...) Até já apanhei quem dissesse: Vou-me meter com o gajo... oh... tu estás ai tão sozinho....(tadinho) porque é que não vens (não queres é? porquê? não sou uma gaja boa? achas que eu não tenho conversas interessantes?)... práqui para o pé de nós? (hipótese 1 - ele está tão sozinho que parece estar a morrer, tadinho, tenho penas destas pessoas assim sozinhas; hipótese 2- aquele pensa que não sou gaja para ele falar, deve sentir-se superior, não gosto nada de pessoas anti-sociais...). A mente de certas pessoas, devia ser no final dos tempos, alvo de uma forte análise. Quem sabe antes do final dos tempos, talvez se aproveitasse alguma coisa...

12 maio 2012

Procissão e uma call-girl

Ver a procissão das velas e o "Secret Diary of a Call Girl", é assim como que sair para almoçar num restaurante vegetariano e depois jantar numa churrasqueira brasileira. Foi o que me aconteceu hoje. A procissão das velas é um encontro anual de espiritualidade, pelo menos é o que eu penso que é. E não quero pensar outras coisas, para não ter aqui uma apoplexia mental, vulgo AVC. Ora, não querendo comparar uma transmissão em directo pela RTP1, com uma série de um canal por cabo, reflecti sobre o assunto.
Senti-me ligado ao lugar e a todas as pessoas que com uma vela na mão, procuram desesperadamente por um futuro melhor. Até podiam ser de uma religião completamente diferente. E o que dizer de uma série que retrata a vida de uma prostituta de classe, que até edita livros...? Acho que também ela, procura a tal esperança que falava a pouco. Alimentar a alma, de diversas maneiras, mas o sentido é o mesmo. A moral essa, digam-me vocês. Se ela existir mesmo....

08 maio 2012

Quase normal

Fico farto do estado da arte mental. Da escrita normal, ou fina, da pena animal. Da obscuridade reflectida nos óculos escuros, mesmo sem estar sol. Cansado da pluralidade clerical, amputando e decepando, a imaginação real. Do que estou contra pesa-me todos os dias, pela sanidade quase mental. E a favor o peso é brutal, multiplicado sob a aurora boreal. E leio o jornal, passeio o cão, durmo no chão, e o nó da gravata, aperta-me a maça de Adão. Não te fodo a vagina, tomara foder-te, comer-te, com amor. E não passa a dor, a sensibilidade da esperança pré-natal. Esmiúço a cabeça como se fosse uma laranja a qual retiro os caroços a martelada. Mas não dói nada. Nada que se veja. Nem que consuma os tecidos orgânicos de que sou feito. E se te fodesse, era uma coisa abismal, um precipício sem fundo. Onde o animal simplesmente seria feliz. Tomara benzer-te, esquecer-te, perder-te, sem ser afinal, normal. Acha-me um violador de sonhos, um ladrão do ar, um esvaziador de células, ribossomas, e cromossomas. De todo o estranho eminentemente humano, do retrato que sou, é diverso o meu universo. Embalado pela pontuação da vogal, pela rítmica disfuncional. Palro sem que tudo o que sei faça sentido, contido pelo teu corpo estendido na imaginação do individuo. O eu. Apraz-me reflectir, embora sem igual, sem achar a raiz. Já quase não tenho unhas de tanto esgravatar. Acho que vou ficar em carne viva de tanto tentar perceber-me. E quase normal.

01 maio 2012

O dia depois do feriado...

Este ano o pais parece mesmo um daqueles filmes da Disney, em que há os maus, os bons, os totós, a sempre universal moral, e uma estética já passada mesmo antes de acabar de ver o filme. 
É o que parece este pais. Aqui os maus são mesmo muito maus, que gamam, os totós. Os bons não gostam e querem ir para o lugar dos maus, para salvarem os totós. Depois de lá estarem, porque os totós já estão fartos dos maus, os bons transformam-se em maus. E os totós quando se apercebem disso, já é tarde. E a moral, essa está sempre em segundo plano, sempre implícita nas frase e atitudes.
E cá vamos nós, os totós, cantando e rindo até que um desenho animado qualquer deixe cair uma bigorna em cima do mau da fita. Enquanto isso vão gamando.
Ontem foi feriado. 1º de Maio, dia do trabalhador. Não sabia até ver nas noticias, que o "Sweet Drop" deu 50% de desconto a quem fizesse compras superiores a 100€. Bom para quem comprou. Mas para que estes senhores façam isso, já pensaram no que eles ganham anualmente? Como controlam os preços dos distribuidores até aos produtores? Já pensaram nas toneladas de comida que não se vende e que vai para o lixo? Já pararam para pensar que existe neste momento um superavit de comida no mundo?
Tenho estado a pensar, e acho que vou votar em branco nas próximas eleições...

17 abril 2012

Carta ao meu eu do passado

Vamos por partes, como diria o Jack "o estripador". Ou a a minha professora de português do secundário. Não sei o que vai sair daqui, já pensei e não tenho nada planeado.
O que diria eu, a um puto para que a vida dele fosse mais suavezinha... Ora a carta que deixaria dentro da minha mochila seria assim...
"Olá, não deves estranhar esta carta, porque sempre foste um bocado apanhado do juízo. Eu sei. Porque eu sou tu, e tu és eu. Agora já sabes, é possível viajar no tempo. Algumas coisas que imaginas, vão ser realidade. Não tão depressa como pensas, porque o homem age mais devagar do que pensa. Faz o que disser e a tua vida vai ser um pouco menos complicada...
1- Quando chumbares a matemática, não esmoreças. Aplica-te e tenta pelo menos tirar positiva. Podes seguir medicina ou informática.
2 - Quando fumares o teu primeiro cigarro, que te vai fazer tossir, fica por ai. Poupas bastante dinheiro, e a saúde agradece.
3 - Não queiras namorar só com as meninas bonitas. Algumas delas são más como as cobras. Ah e de vez em quando, uma loura, podes ter uma surpresa.
4 - Quando acabares o secundário, emigra! Norte da Europa ou América do Norte. 
5 - Não tenhas tanta fé nas pessoas. Algumas podem dar-te palmadinhas nas costas, mas tão-se bem a cagar para ti.
6 - Não faças buracos na praia para esconderes a bola de futebol. Ela vai desaparecer, como por magia!
7 - Quando tirares o curso de fotografia, compra uma máquina logo!
8 - Quando fores ao Lux, não bebas cinco cubas libres, bebe só duas. Vais cair redondo no chão. Vais com ela para casa na mesma.
9 - Não te cases. Junta-te. Ela não merece.
10 - Não penses que és o super-homem. Não aguentas tudo. 
11 - Não és egoísta. Embora queiras ser. Seria mais fácil, mas não tinha tanta piada.
12 - Quando encontrares a menina da tua vida, despede-te, e vai viver com ela.

Smile, puto!"

11 abril 2012

Passagem Secreta

Ora aqui está uma coisa que me ia fazer pular de alegria e gritar (baixinho) um histérico YES!
Quando sonho em ser milionário, como o tio Patinhas, sonho em ter uma casa com uma passagem secreta. Fascina-me a fuga pensada ou não para um sitio que só eu conheço. Como um forte dentro da própria casa. Um sitio que pode ser usado para descansar, fugir dos vizinhos, ou mesmo para revelar as fotos em filme. Serve para tudo, menos para dar nas vistas. Bom, bom, era ter uma passagem secreta que me levasse por um túnel até uma praia paradisíaca.
E como se abre? Ora ai está uma das subtilezas da coisa. Tem que se saber qual o livro a puxar... e voilá! Ela move-se! 
Tenho pensado em vários livros que podiam ser o gatilho da estante. Um cómico: Constituição da República Portuguesa. Um drama: Livro de receitas da Bimby. Um épico: Livro de Reclamações. 
Só alterava uma coisa. A côr. Darker please...

06 abril 2012

Free Tibete

Há pessoas que não sabem onde fica o Tibet. Há pessoas que não sabem que o Tibet faz fronteira com o Nepal, A Índia, o Butão e a China. Há pessoas que não sabem que a capital do Tibet é Lhasa. Há pessoas que não sabem que o Tibet tem as maiores reservas mundiais de Urânio. Há pessoas que não sabem que o Dalai Lama se exilou na India em 1959. Há poucas pessoas que sabem que o verdadeiro nome do Dalai Lama é Lhamo Dondrub (civil), ou Tenzin Gyatso (religioso). Há pessoas que não sabem que a China esta a construir cidades para alojar novos emigrantes chineses no Tibet. Há pessoas que não sabem que são milhares todos os anos. Há pessoas que não sabem que os monges tibetanos, apelam a  não-violência como resposta. Há pessoas que não sabem que o Tibet é um território autónomo da China. Há pessoas que não sabem que existem 350 milhões de budistas. 
Agora ficaste a saber.

02 abril 2012

Mac Lusitano

Ora aqui estão os dois hambúrguers que o Mac tem para nós. Um leva paio, o outro leva queijo. Que bonito. Podiam ter optado por moelas e alheira. Ah... ficava mais caro, pois era. Moelas e alheira terá que ser para os países com mais poder de compra do que o nosso. Estou mesmo a imaginar as cabecinhas pensantes do marketing do Mac, a fumegar de tanto pensar. Como reduzir custos em Portugal e aumentar as vendas? O Mac Lusitano claro!
E já agora porque não um copito de sangria? Com um nível de álcool adequado claro. Com sabor a uva, tipo uma cerveja sem álcool. Sempre daria jeito para esquecer, que o que estamos a comer são sandes da avozinha...